No ritmo de Nezinho, Brasília bate o cansado São José na estreia do NBB
De um lado, o atual campeão tentando provar, logo na estreia, que continua forte. Do outro, um time que, além de enfrentar o adversário, lutava contra as próprias pernas. Deu a lógica. Mesmo fora de casa, o Brasília atropelou o São José na abertura da terceira edição do Novo Basquete Brasil, nesta sexta-feira. Em noite inspirada de Nezinho, o time da capital não teve dificuldades para vencer por 78 a 63 o rival do interior paulista, que sentiu o cansaço ao entrar em quadra apenas um dia depois de encarar Franca pelo Campeonato Paulista.
Os donos da casa voltaram correndo para São José dos Campos após a visita aos francanos na quinta-feira, quando perderam por 88 a 76. Murilo, ex-Minas, estreou seu uniforme novo no NBB, mas acabou eliminado com cinco faltas e apenas nove pontos. Além do cansaço, a equipe não conseguiu encaixar sua defesa e, apesar dos 19 pontos de Wanderson, tornou-se presa fácil para os brasilienses.
Nezinho aproveitou as falhas de marcação e foi o cestinha da noite, com 31 pontos, seguido pelos 13 do ala Arthur. Alex e Guilherme foram discretos no ataque, com seis e sete pontos, respectivamente. O time do técnico José Carlos Vidal não tem mais Valtinho e Estevam, mas mostrou que continua sendo um dos candidatos ao título.
Por causa da disputa da Liga das Américas, o Brasília só volta à quadra pelo NBB no dia 14 de novembro, para enfrentar Franca. No mesmo dia, o São José visita o Flamengo no Rio.
Empurrado pelo ginásio lotado, o São José até se animou no início do jogo, abrindo 6 a 2 no placar. Nezinho, no entanto, mostrou seu cartão de visitas fazendo sete pontos e virando o placar. Ao fim do primeiro quarto, a vantagem já era de meia dúzia para os visitantes: 16 a 10.
O ginásio Lineu de Moura ficou lotado para o jogo em São José dos Campos.
O que já estava ruim ficou ainda pior para os anfitriões no segundo quarto, quando o Brasília emplacou uma sequência de 10 a 2. A diferença pulou rapidamente para 14, e a defesa paulista não conseguia conter os ataques do adversário. Na saída para o vestiário, os brasilienses já venciam pela confortável margem de 42 a 24. Aquela altura, São José penava com a nova linha de três, mais longe da cesta de acordo com a determinação da Fiba. Eram 11 tentativas e nenhum acerto.
Logo no início do terceiro quarto, mais um golpe: Murilo fez sua quarta falta e ficou pendurado. A primeira cesta de longa distância só veio na 13ª tentativa, quando já era tarde. A vantagem ainda caiu para 12, mas logo subiu para 18. O técnico Régis Marrelli, de São José, avisou no pedido de tempo:
- Não vamos desistir nunca. Está cansado? Pede para sair!
O quarto terminou com vantagem de 59 a 41 para os brasilienses, que ainda festejaram a eliminação de Murilo com a quinta falta. Marrelli continuava incentivando seus jogadores, mas a missão era árdua e as pernas cansadas já não respondiam dentro da quadra. Ao Brasília, bastou controlar o ritmo para evitar a reação adversária e garantir a vitória na estreia.
Os donos da casa voltaram correndo para São José dos Campos após a visita aos francanos na quinta-feira, quando perderam por 88 a 76. Murilo, ex-Minas, estreou seu uniforme novo no NBB, mas acabou eliminado com cinco faltas e apenas nove pontos. Além do cansaço, a equipe não conseguiu encaixar sua defesa e, apesar dos 19 pontos de Wanderson, tornou-se presa fácil para os brasilienses.
Nezinho aproveitou as falhas de marcação e foi o cestinha da noite, com 31 pontos, seguido pelos 13 do ala Arthur. Alex e Guilherme foram discretos no ataque, com seis e sete pontos, respectivamente. O time do técnico José Carlos Vidal não tem mais Valtinho e Estevam, mas mostrou que continua sendo um dos candidatos ao título.
Por causa da disputa da Liga das Américas, o Brasília só volta à quadra pelo NBB no dia 14 de novembro, para enfrentar Franca. No mesmo dia, o São José visita o Flamengo no Rio.
Empurrado pelo ginásio lotado, o São José até se animou no início do jogo, abrindo 6 a 2 no placar. Nezinho, no entanto, mostrou seu cartão de visitas fazendo sete pontos e virando o placar. Ao fim do primeiro quarto, a vantagem já era de meia dúzia para os visitantes: 16 a 10.
O ginásio Lineu de Moura ficou lotado para o jogo em São José dos Campos.
O que já estava ruim ficou ainda pior para os anfitriões no segundo quarto, quando o Brasília emplacou uma sequência de 10 a 2. A diferença pulou rapidamente para 14, e a defesa paulista não conseguia conter os ataques do adversário. Na saída para o vestiário, os brasilienses já venciam pela confortável margem de 42 a 24. Aquela altura, São José penava com a nova linha de três, mais longe da cesta de acordo com a determinação da Fiba. Eram 11 tentativas e nenhum acerto.
Logo no início do terceiro quarto, mais um golpe: Murilo fez sua quarta falta e ficou pendurado. A primeira cesta de longa distância só veio na 13ª tentativa, quando já era tarde. A vantagem ainda caiu para 12, mas logo subiu para 18. O técnico Régis Marrelli, de São José, avisou no pedido de tempo:
- Não vamos desistir nunca. Está cansado? Pede para sair!
O quarto terminou com vantagem de 59 a 41 para os brasilienses, que ainda festejaram a eliminação de Murilo com a quinta falta. Marrelli continuava incentivando seus jogadores, mas a missão era árdua e as pernas cansadas já não respondiam dentro da quadra. Ao Brasília, bastou controlar o ritmo para evitar a reação adversária e garantir a vitória na estreia.
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