Entre crescimento e necessidades, NBB lança terceira edição com festa
Em sua terceira edição, o Novo Basquete Brasil aponta para o seu crescimento. O caminho, no entanto, não é dos mais fáceis. Nesta quinta-feira, no clube Pinheiros, em São Paulo, foi lançada a nova temporada do campeonato, que começa nesta sexta, reunindo técnicos, jogadores e dirigentes, embora com alguns desfalques, como os times de Franca e Flamengo, envolvidos em outras disputas. Em pauta, o fortalecimento das principais equipes, com alguns reforços de nomes, mas também a dificuldade em atrair novos patrocinadores. Ao mesmo tempo que comemora o crescimento da competição, o NBB vê dificuldades para acelerar o próprio ritmo.
O presidente da Liga Nacional de Basquete, Kouros Monadjemi, confirma as dificuldades, mas acredita que, com a maior visibilidade do campeonato, o NBB vai conseguir novos patrocinadores, além dos três atuais (Eletrobras, Caixa e Penalty). Segundo o dirigente, duas empresas já estariam interessadas.
- A Liga é empenhada em conseguir receita. Quero reunir verbas para melhorar o produto. Com isso, posso exigir melhores condições de ginásios, equipes. No final deste ano, vamos traçar um planejamento estratégico para os próximos cinco anos, já pensando em 2016. Temos que definir o planejamento. O Brasil ainda não conhece o basquete. Mas a melhoria técnica é evidente. Hoje não sei quem vai ser campeão.
As equipes, no entanto, se reforçaram. Os principais clubes trouxeram nomes importantes e mantiveram a base. Após um ano fora, jogando na Itália, e de volta ao Pinheiros, Marquinhos acredita no crescimento do NBB.
Não tem como apontar um campeão agora. No ano passado, já foi um campeonato forte. Esse ano, acho que são pelo menos oito brigando pelo título. O campeonato está crescendo. Temos time para buscar o título.
Um dos principais nomes do atual campeão Brasília, Guilherme Giovannoni também ressalta o equilíbrio do campeonato.
- As outras equipes estão mais fortes. Todos se reforçaram bem, como Franca, São José, Pinheiros... todos trouxeram nomes importantes. Acho que o basquete brasileiro pode crescer ainda mais. A Liga e a CBB devem continuar trabalhando juntos. O campeonato tem mostrado melhoras a cada ano.
Para o técnico Alberto Bial, do Joinville, o campeonato será mais prazeroso de ser jogado devido ao crescimento das equipes.
- Vai ser um campeonato mais iluminado. São 15 equipes de altíssimo nível Isso faz a competição mais bonita e equilibrada. É o caminho do sucesso. Temos que sempre almejar mais – afirmou o técnico.
O sistema de disputa será o mesmo da última temporada, em turno e returno. São 15 equipes, com 12 se classificando para os playoffs, em melhor de cinco partidas. O campeonato, a princípio, teria 16 participantes, mas Londrina, com problemas financeiros, ficou fora.
A ideia de Monadjemi é que o campeonato tenha 18 equipes. Assim, as duas melhores da Copa do Brasil - espécie de segunda divisão - teriam vaga para a próxima edição da disputa, mas ainda passariam por avaliação para saber se têm condições de jogar o NBB. Quando se atingir o número máximo de times, a competição passará a ter rebaixamento.
Campeonato sub-20 nos planos
Monadjemi também falou sobre o campeonato sub-20 que a Liga planeja realizar. A ideia era que a disputa tivesse início na mesma data que o NBB, mas falta de recursos e burocracia atrasaram a competição. Ainda não há, porém, uma previsão concreta.
Os 15 clubes terão de montar um time para o campeonato ou apadrinhar alguma equipe já formada. A expectativa do presidente da LNB é que atrair mais jovens para o esporte.
- Vamos preparar isso de forma profissional, não vai ter "vamos lá". A ideia é tentar começar em março, mas talvez fique para a outra edição. Os clubes só vão precisar montar o time. Nós estamos com um projeto de incentivo fiscal e, quando atrairmos interessados, vamos bancar todo o projeto.
O presidente da Liga Nacional de Basquete, Kouros Monadjemi, confirma as dificuldades, mas acredita que, com a maior visibilidade do campeonato, o NBB vai conseguir novos patrocinadores, além dos três atuais (Eletrobras, Caixa e Penalty). Segundo o dirigente, duas empresas já estariam interessadas.
- A Liga é empenhada em conseguir receita. Quero reunir verbas para melhorar o produto. Com isso, posso exigir melhores condições de ginásios, equipes. No final deste ano, vamos traçar um planejamento estratégico para os próximos cinco anos, já pensando em 2016. Temos que definir o planejamento. O Brasil ainda não conhece o basquete. Mas a melhoria técnica é evidente. Hoje não sei quem vai ser campeão.
As equipes, no entanto, se reforçaram. Os principais clubes trouxeram nomes importantes e mantiveram a base. Após um ano fora, jogando na Itália, e de volta ao Pinheiros, Marquinhos acredita no crescimento do NBB.
Não tem como apontar um campeão agora. No ano passado, já foi um campeonato forte. Esse ano, acho que são pelo menos oito brigando pelo título. O campeonato está crescendo. Temos time para buscar o título.
Um dos principais nomes do atual campeão Brasília, Guilherme Giovannoni também ressalta o equilíbrio do campeonato.
- As outras equipes estão mais fortes. Todos se reforçaram bem, como Franca, São José, Pinheiros... todos trouxeram nomes importantes. Acho que o basquete brasileiro pode crescer ainda mais. A Liga e a CBB devem continuar trabalhando juntos. O campeonato tem mostrado melhoras a cada ano.
Para o técnico Alberto Bial, do Joinville, o campeonato será mais prazeroso de ser jogado devido ao crescimento das equipes.
- Vai ser um campeonato mais iluminado. São 15 equipes de altíssimo nível Isso faz a competição mais bonita e equilibrada. É o caminho do sucesso. Temos que sempre almejar mais – afirmou o técnico.
O sistema de disputa será o mesmo da última temporada, em turno e returno. São 15 equipes, com 12 se classificando para os playoffs, em melhor de cinco partidas. O campeonato, a princípio, teria 16 participantes, mas Londrina, com problemas financeiros, ficou fora.
A ideia de Monadjemi é que o campeonato tenha 18 equipes. Assim, as duas melhores da Copa do Brasil - espécie de segunda divisão - teriam vaga para a próxima edição da disputa, mas ainda passariam por avaliação para saber se têm condições de jogar o NBB. Quando se atingir o número máximo de times, a competição passará a ter rebaixamento.
Campeonato sub-20 nos planos
Monadjemi também falou sobre o campeonato sub-20 que a Liga planeja realizar. A ideia era que a disputa tivesse início na mesma data que o NBB, mas falta de recursos e burocracia atrasaram a competição. Ainda não há, porém, uma previsão concreta.
Os 15 clubes terão de montar um time para o campeonato ou apadrinhar alguma equipe já formada. A expectativa do presidente da LNB é que atrair mais jovens para o esporte.
- Vamos preparar isso de forma profissional, não vai ter "vamos lá". A ideia é tentar começar em março, mas talvez fique para a outra edição. Os clubes só vão precisar montar o time. Nós estamos com um projeto de incentivo fiscal e, quando atrairmos interessados, vamos bancar todo o projeto.
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