Magnano lamenta lesões, mas Brasil desembarca confiante em Istambul
Durante a fase de preparação, o efeito dominó foi derrubando alguns de seus principais jogadores. Nenê tratou as lesões nos dois tendões de Aquiles, mas acabou voltando a sentir dores no dia em que voltou a quadra. Foi cortado e substituído por JP. Tiago Splitter teve um problema na coxa; Marcelinho Huertas, uma tendinite no joelho; Anderson Varejão se recuperou de uma lombalgia e, logo em seguida, no amistoso contra a Espanha, machucou o tornozelo. A entorse foi considerada leve e fez o ala-pivô respirar aliviado. Só que a dor voltou a dar sinal, e ele teve de deixar o jogo contra a França, nesta terça.
- Ter gente machucada foi um denominador comum. E é claro que isso retarda um pouco a preparação. E o maior problema foi ter jogadores sempre da mesma posição (pivôs) machucados. Tínhamos de tratar de buscar o melhor de acordo com a estrutura tática. Mas não se pode desanimar nunca diante do pior ou antes de entrar num campeonato. Em nenhum momento senti isso. E eu sigo esperando a mesma coisa: que todos joguem juntos, como uma equipe - disse o treinador.
Globo.com
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